Formação profissional

 

58. Eu posso me tornar instrutor? Mas sou apenas um iniciante!
Pode. E é ótimo que seja um iniciante, pois assim vai começar certo e sem vícios.


59. Como faço para iniciar minha formação profissional?
Se você tiver condições de freqüentar uma escola ou associação credenciada pela Universidade de Yôga, receberá a melhor orientação diretamente de professores altamente capacitados.
Caso não possa participar ao vivo das nossas aulas, estude em casa pelos nossos livros, CDs e com o Curso Básico em Vídeo/DVD. A maior parte desse material didático você pode acessar gratuitamente no site www.DeRose.org.br.


60. Caso eu me torne instrutor terei condições de participar do trabalho da Universidade de Yôga? E mais tarde poderei tornar-me credenciado da Uni-Yôga?
Nossa rede de escolas e associações filiadas está em constante expansão. Conseqüentemente, estamos sempre necessitando de novos instrutores em várias cidades e até para outros países.
Complemente estas informações com os esclarecimentos do próximo capítulo.

 

Uma conversa franca com os pais

Também sou pai e compreendo a sua preocupação no que diz respeito ao futuro do seu filho ou filha. Por esse motivo, escrevi este livreto, para tentar esclarecer as principais apreensões daqueles cujos filhos decidiram seguir a nossa carreira. Desempenho esta profissão há quase 50 anos, portanto, ninguém melhor do que eu para discorrer sobre as vantagens e desvantagens do métier.
Gostaria que você encarasse este texto como uma conversa franca e aberta sobre os riscos e compensações decorrentes daquela decisão, bem como um aconselhamento a pais e filhos sobre como enfrentar tal empreitada.
Quero que fique bem claro que estou me referindo ao Método DeRose, uma modalidade extremamente séria, técnica e profissional. Com relação a outras vertentes, não podemos emitir opinião nem arriscar garantias. As diferenças entre o nosso trabalho e o dos outros são abissais.
A partir da leitura deste livro estarei à disposição para complementar algum esclarecimento que se mostre necessário.
Espero que este texto ajude tanto no aspecto informativo quanto no afetivo, pois é disso que a garotada mais necessita. Freqüentemente, é pela falta desses dois fatores que muitos jovens acabam se envolvendo com amizades perniciosas ou com seitas aliciantes.
Quero que conte comigo como um aliado no compromisso de buscar o melhor para o seu filho ou filha. Coloco meu aconselhamento à sua disposição, já que brevemente comemoro meio século de ensino e durante essas décadas conduzi muita gente ao sucesso profissional.

DeRose
Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil.
Doutor Honoris Causa por várias entidades culturais e humanitárias.
Comendador pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Comendador e Notório Saber em Yôga pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração.

Questões sobre a profissão


61. Meu filho estava cursando engenharia e resolveu ser instrutor de Yôga. O que devo fazer?

Em primeiro lugar, não creio que você deva se preocupar com isso logo de início. Pode tratar-se apenas de um impulso momentâneo. Também fomos jovens e sabemos que mudar de idéia é um privilégio da juventude. Se os mais velhos desapoiarem a aspiração do jovem, ele fincará pé e levará sua decisão até os limites, só para contrariar. Eu fui assim, você também foi. Basta dizer não para gerar uma defensiva e conflagrar uma guerra. O melhor a fazer é dar um tempo.

62. E se ele persistir na idéia?
Nesse caso, não há nada que uma boa conversa não resolva. Pais e filhos precisam conversar. Precisam ser amigos. É necessário que confiem um no outro. Converse com ele para verificar por que tomou essa decisão. Se tiver sido uma decisão madura, fruto de uma vocação autêntica, então cabe a nós, os mais velhos, prestar aconselhamento e apoio.

63. Mas eu quero que ele se forme em engenharia, medicina ou direito.
Nada contra essas profissões, contudo não podemos deixar de levar em consideração que a realização pessoal do seu filho vale mais do que a satisfação das nossas conveniências. Se ele estudar o que o pai deseja, só por obediência, certamente tornar-se-á uma pessoa frustrada. Nenhum pai deseja isso para o seu filho.


64. É que as carreiras tradicionais têm status e contam com o respeito da sociedade.
Sem dúvida. Mas também custam muito mais caro para obter a formação e depois a probabilidade é que a maioria fique desempregada porque o mercado de trabalho já está saturado há mais de duas décadas. Grande parte dos nossos alunos é constituída por engenheiros, advogados, arquitetos, psicólogos e até médicos que formaram-se, mas não conseguiram ou não quiseram trabalhar em suas respectivas áreas.
Quanto ao status, na nossa profissão, o jovem vai ensinar aos engenheiros, médicos, advogados, arquitetos, psicólogos, empresários, executivos, intelectuais, políticos e artistas. Vai ser tratado com reverência e admiração. Vai dar cursos em Universidades. Vai viajar pelo país todo e por outros países. Vai dar entrevistas para jornais e televisão. Vai escrever livros. Não há sombra de dúvida de que se pode conquistar o respeito da comunidade sendo instrutor do Método DeRose.

65. Precisamos pensar no futuro. É preciso estudar e ter um certificado...
Certificado ele vai ter, expedido por uma Universidade Federal, Estadual, Católica ou outra particular, à sua escolha. Pela estrutura que oferecemos, provavelmente, vai conseguir certificação de mais de uma Universidade no Brasil e com possibilidade de, mais tarde, receber outra na Europa. Mais para frente, poderá optar pelo Mestrado não acadêmico.
Na página seguinte, reproduzimos o certificado expedido em convênio com a PUC – Pontifícia Universidade Católica.



66. E quanto ao nível sócioeconômico?
Se você visitar as escolas credenciadas pelo nosso Método vai constatar que muitos dos seus Diretores tornaram-se empresários bem cedo e possuem instalações de excelente nível. Vai verificar que eles trabalham com um público classe A. Consultando esses instrutores, poderá tranqüilizar-se com relação às oportunidades que a nossa profissão proporciona.


67. Qual é a viabilidade econômica que a carreira proporciona?
A viabilidade é grande e é um fato. Considere que cada cliente do seu filho pagar-lhe á mensalmente aquilo que ele estiver pagando hoje para formar-se. Se ele tiver 50 alunos, o retorno mensal será de 50 vezes o investimento. Investimento esse que vai ser feito por alguns meses, mas o retorno será para a vida toda. A relação custo/benefício entre o investimento na formação profissional e a arrecadação durante a carreira é a melhor do mercado de trabalho.
O retorno é rápido e expressivo. No entanto, sejamos honestos, tudo depende da vocação, talento e esforço próprio do instrutor. Se ele não se esforçar, ninguém poderá fazer milagre por ele. E isso vale para qualquer profissão.
Seu filho poderá, ainda, criar um produto e fornecê-lo a toda a Rede, que é bem grande. Temos hoje centenas de entidades filiadas no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Itália, Polônia, Austrália, Havaí, Indonésia e Estados Unidos.


68. Há casos concretos da viabilidade econômica da profissão?
Sim. Vários instrutores já conseguiram comprar imóveis. Podemos citar como exemplo os seguintes profissionais que adquiriram suas casas próprias: Dora Santos (São Bernardo, SP); Miriam Rodeguer (Rio Claro, SP); Rafael Nishnig (Porto Alegre, RS), Antônio Ferreira (Salvador, BA); Clélio Berti (Campinas, SP); Naiana Alberti (Porto Alegre, RS), Maria Cruz (Belém, PA); Carla Mader (Itu, SP); Fabiano Gomes (Porto Alegre, RS); Edgardo Caramella (Buenos Aires, Argentina), Fábio Euksuzian (São Paulo, SP); Isabel Aguiar (Rio de Janeiro, RJ); Solange Macagnan (Cruz Alta, RS); Rosa Espinosa (Porto Alegre, RS); Yael Barcezat (Buenos Aires, Argentina); e outros.

69. Em quanto tempo meu filho começará a ganhar dinheiro?
Cursando uma faculdade comum, levaria, no mínimo quatro a oito anos, com uma possibilidade real de não conseguir colocação. Na nossa formação, seu filho já poderá ingressar no mercado de trabalho no primeiro ano de estudos, como assistente monitorado. Dessa forma, o próprio estudo começará a se pagar a si mesmo.


70. Como está o mercado de trabalho na área do Yôga?
A nossa é uma profissão em ascensão. O mercado está ávido por profissionais e os absorve imediatamente. A previsão é a de que continue assim por muito tempo.


71. Qual é a possibilidade de que meu filho firme contrato com alguma entidade filiada à Uni-Yôga?
A probabilidade é de noventa por cento (a menos que ele não queira), pois estamos crescendo muito e a procura do público por profissionais da nossa área está aumentando. O mais importante é que ele não será contratado como empregado e que entrará na instituição com participação nos lucros.


72. E se nenhuma empresa filiada à Uni-Yôga o convidar ou se ele não quiser trabalhar na rede de credenciados?
Nesse caso, poderá dar aulas, cursos e workshops em empresas, clubes, academias. Poderá, ainda, dar aulas de personal ou montar o seu próprio estabelecimento.


73. Qual é o investimento para montar a sua própria empresa?
O investimento é muito pequeno, pois não precisamos imobilizar capital em máquinas e equipamentos, como seria o caso de uma academia ou de uma clínica. Não precisamos pagar a manutenção desses equipamentos e sua substituição de tempos em tempos. Não sendo uma loja do comércio, também não precisamos preocupar-nos com estoques de mercadorias (geralmente perecíveis). Não temos empregados e não incide praticamente nenhum imposto sobre o nosso trabalho.
Precisamos apenas das coisas básicas, tais como telefone, fax, computador, ar-condicionado, aparelho de som. No entanto, tudo isso pode ir sendo adquirido à medida que o trabalho se desenvolve e produz arrecadação.


74. Eu quero que ele, primeiro, forme-se em Engenharia, Direito ou Medicina. Depois, se quiser, pode estudar Yôga.
Faria sentido que ele gastasse tanto dinheiro, tempo e sacrifício para formar-se em Odontologia ou Arquitetura e depois fosse trabalhar com Publicidade ou Informática? Para que jogar fora todo esse dinheiro e juventude se não vai exercer a profissão? Claro que se isso tornar a vida do seu filho mais feliz, depois da sua formação profissional nós o receberemos de braços abertos.

75. Mas o que é Yôga, afinal?
Yôga é um conjunto de técnicas que ensinam a administrar melhor o patrimônio de saúde, vitalidade e expectativa de vida. Conduz a uma melhor qualidade de vida, mais produtividade no trabalho, nos estudos e nos esportes.


76. A questão é que não sei quem são vocês.
Somos uma instituição séria que está no mercado desde 1975 e DeRose desde 1960. Temos instrutores muito bem preparados em cursos de extensão universitária nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas de vários estados do Brasil e em universidades de outros países. Hoje nosso trabalho está representado na França, Inglaterra, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Polônia, Escócia, Estados Unidos, Havaí, Indonésia, Argentina, Chile e vários outros.


77. E quais são os seus hábitos de vida?
Nossos alunos e profissionais aprendem a valorizar a saúde, a higiene e as boas maneiras, de forma que não fumam, não ingerem bebidas alcoólicas e não usam drogas. Aliás, somos o único segmento cultural em que você pode ter a certeza de que o seu filho não travará contato com drogas! No entanto, somos uma comunidade cultural extremamente alegre e descontraída.


78. Com que público meu filho lidará?
Nossos clientes são das classes A e B, a maioria entre 20 e 50 anos de idade. São pessoas cultas, educadas e saudáveis. A maior procura é por profissionais liberais, executivos, empresários, intelectuais, artistas, universitários e desportistas.
É um público bem mais seleto do que a clientela da maior parte das profissões.


79. O que é a Universidade de Yôga?
É uma divisão da União Nacional de Yôga, sua entidade mantenedora. Primeira Universidade de Yôga do Brasil e Universidade Internacional de Yôga são razões sociais de entidades devidamente registradas. A explanação mais ampla consta do texto O que é a Universidade de Yôga, no final deste capítulo.



80. Por que os Certificados da Universidade de Yôga são expedidos em conjunto com uma Universidade Federal, Estadual, Católica ou outra?
Os cursos de formação de instrutores de Yôga como extensão universitária nas Universidades Federais existe desde a década de 70. Ninguém nunca ouviu falar. A Universidade de Yôga recebeu seu registro em 1994. Nunca ninguém ouviu falar. Foi instalado o curso de Yôga de terceiro grau (seqüencial) numa Universidade Estadual, orientado pela equipe da Universidade de Yôga. Nunca ninguém ouviu falar. Isso, porque até hoje sempre fizemos um trabalho não comercial, sem o espalhafato da propaganda cara, da qual quem vai terminar pagando a conta é o aluno.
Uma vez que ninguém conhecia a Universidade de Yôga, a qual constituía um conceito novo, decidimos que durante os primeiros anos do nosso trabalho, a maior parte dos cursos seria realizada em convênio com uma Universidade mais antiga e, portanto, mais conhecida. Demos preferência às Federais e Estaduais para que ninguém questionasse a validade dos Certificados expedidos, registrados em suas pró-reitorias de extensão. As Universidades Católicas foram também escolhidas pela seriedade do seu trabalho, para deixar patente que nossa profissão não tem nenhum cunho religioso e, ao mesmo tempo, demonstrar que o Catolicismo não alimenta nenhuma reserva com relação ao nosso trabalho. Finalmente, nestes últimos anos, temos admitido associar o nosso nome também às melhores universidades particulares.

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